Encerrado para Férias!

Reabre em finais de Janeiro. A todos um excelente 2012!
E por falar em 2012, aqui fica um cheirinho do que nos espera. Promete!

Cat Power
"King Rides By"

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São covers, senhor!

"Evil Hearted You" é um original dos Yardbirds, que os Pixies transformaram numa versão em espanhol, como só eles tão bem sabem fazer!

Pixies
"Corazon de Diablo"




Yardbirds
"Evil Hearthed You"




E através de uma busca pelo Youtube ainda foi possível descobrir isto:

Jeff Beck and The White Stripes
"Evil Hearthed You"




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Para ver com "ouvidos" de ver

Shabazz Palaces
"Black Up"

Realizador: Kahlil Joseph

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Novidades

Os The XX acabam o ano lançando algumas pistas de que poderá ser o tão aguardado segundo álbum. Segundo os próprios, "Open Eyes" é uma demo surgida
durante as gravações e que não podiam deixar de partilhar.

The XX
"Open Eyes"

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Os melhores de 2011

Depois de nas últimas semanas termos apresentado aqueles que foram, para nós, os melhores álbuns de 2011, revelamos agora alguns dos álbuns que, tendo ficado fora da lista dos 10 melhores, merecem uma menção honrosa, bem como aquele que foi o melhor concerto e a banda revelação de 2011.


1. PJ Harvey - "Let England Shake"
2. WU LYF - "Go Tell Fire To The Mountain"
3. Feist - "Metals"
4. The Kills - "Blood Pressures"
5. Metronomy - "English Riviera"
6. The Antlers - "Burst Apart"
7. Eleanor Friedberger - "Last Summer"
8. TV On The Radio - "Nine Types Of Light"
9. White Denim - "D"
10. Beastie Boys - "Hot Sauce Committee Part Two"  


Menções Honrosas

11. The Strokes - "Angles"
12. Wild Beasts - "Smother"
13. St. Vincent - "Strange Mercy"
14. The Black Keys - "El Camino"
15. Theophilus London - "Timez Are Weird These Days"


Banda Revelação  

WU LYF  


Concertos

1. Sufjan Stevens (Coliseu dos Recreios)
2. TV On The Radio (Alive)
3. Death From Above 1979 (Paredes de Coura)
4. Grinderman (Alive)
5. Joanna Newsom (Centro Cultural de Belém)

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Feliz Natal!

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Os melhores de 2011


#01. PJ Harvey - "Let England Shake"

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Os melhores de 2011

#02. WU LYF - "Go Tell Fire To The Mountain"


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Os melhores de 2011


#03. Feist - "Metals"


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Os melhores de 2011


#04. The Kills - "Blood Pressures"

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Os melhores de 2011

#05. Metronomy - "The English Riviera"

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Os melhores de 2011


#06. The Antlers - "Burst Apart"

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Hoje, Zdb - High Places

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Os melhores de 2011


#07. Eleanor Friedberger - "Last Summer"

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Os melhores de 2011


#08. TV On The Radio - "Nine Types Of Light"

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Os melhores de 2011


#09. White Denim - "D"

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Para ver com "ouvidos" de ver

Lana Del Rey
"Born To Die"

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Os melhores de 2011


#10. Beastie Boys - "Hot Sauce Committee Part Two"


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Os melhores de 2011!

Nos próximos dias, mais novidades quanto àqueles, que para nós, foram os melhores, neste ano que agora se finda. Deixem também as vossas preferências, aqui no blog na caixa de comentários ou então, no facebook.

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Mulheres de barba rija!

As contas são simples, dois (JD Samson e Johanna Fateman) dos três elementos que compunham as Le Tigre, e formaram as MEN com as restantes membros das Hirsute, projecto paralelo de JD Samson. Fácil de perceber! Lançaram em 2011 o seu álbum de estreia, "Talk About Body". E depois de verem os vídeos, caso ainda estejam na dúvida, sim, posso confirmar, o bigode é mesmo da senhora!

MEN
"Off Our Backs"



"Who Am I To Feel So Free"

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Músicas que ficam no ouvido

The Jon Spencer Blues Explosion
"Bellbottoms"

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Novidades

 
Perfume Genius prepara-se para em 2012 editar, pela Matador Records, o sucessor do excelente "Learning" e chama-se "Put Your Back N 2 It". "All Waters" faz parte do alinhamento e já pode ser ouvida aqui.

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Feist - Metals


Os mais atentos, recordam-se com certeza de eu ter dito que palavras não seriam suficientes para qualificar Metals, o mais recente álbum de Feist. Pois bem, passado um mês de ininterrupta audição (para não dizer doentia) daquele que se habilita a ser o melhor álbum do ano, não consigo ficar calado e não dizer o que me vai cá dentro.

Mas fiquem descansados, prometo não exagerar. Vá, dois, três adjectivos, no máximo. É todo um conjunto de emoções, de sensações, de sentimentos que emergem aquando da audição de um álbum assim, que meras palavras, sejam elas arrebatadores adjectivos ou ornamentados substantivos, não chegam para descrever algo de tão belo. Faltarão sempre palavras! Contudo, há uma palavra que não me sai da cabeça, Amor. Metals faz-nos sentir amor. Por ele, por nós, pelos outros, pela música.
 
Lesley Feist iniciou-se nisto da música com os Broken Social Scene mas cedo se percebeu que tinha asas para voos mais altos e ao quarto álbum em nome próprio já tem pouco a provar. Metals é sem sombra de dúvida o melhor álbum da sua carreira. Num registo, cada vez mais a lembrar Cat Power (o que é sempre muito positivo), Feist afirma-se, a par da citada e de nomes como Fionna Apple, como uma das essenciais compositoras da actualidade.

How Come You Never Go There, o primeiro single surgiu há alguns meses, qual menina bonita que passa na rua e nos faz olhar para trás. Logo aí a nossa atenção foi conquistada. Tinha todos os condimentos para nos arrebatar, era doce, charmosa e divertida. Passaram-se dias de angústia, de incerteza até ao tão ansiado dia, em que todas as dúvidas se dissiparam e nos pudemos finalmente sentir totalmente entregues. O resto da história, já podem imaginar!

O álbum começa com The Bad In Each Other e Graveyard, como que a dar a conhecer-se, num jogo de charme, onde traços de personalidade vão sendo lentamente desvendados. A Commotion, traz-nos alegria, momentos especiais de partilha.

Em Bittersweet Melodies e Anti-Pioneer estamos no auge da intimidade, da comunhão que só o amor consegue ser. The Undiscovered First é um arrufo que nos faz voltar à terra. Com Cicadas & Gulls e Comfort Me as pazes são feitas. Nem tudo é perfeito, há momentos menos bons, pequenas imperfeições, mas que como na pessoa amada, só nos fazem gostar mais dela.
O amor nem sempre é eterno e amanhã podemos estar novamente a apaixonarmo-nos. Mas vamos acreditar que não e que este é um álbum com o qual viveremos felizes para sempre. Uma marca forte, pelo menos, deixará!

Texto publicado na Revista Magnética de Dezembro.


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